24 de abril de 2015

Lenço e cachecol: tendência como acessório


O outono chegou e uma tendência cheia de charme começa a surgir. São os lenços e cachecóis no pescoço, que foram destaque na última semana de moda de Paris. 
Quem dá dicas de como usá-los, não só no pescoço, mas de diversos modos, é a cientista visual, Maria Inês Machado, que nos últimos dias lançou em Uberlândia (MG) a exposição ARTE FOTOMICROGRAFIA, que apresenta 50 peças com imagens fotomicrografadas e impressas em tecidos leves e finos que podem ser usados como acessórios de moda. 
“Um lenço ou cachecol bonito é capaz de valorizar qualquer produção. Versáteis, eles incrementam diversos visuais, podendo se reinventar, basta ter bom senso e criatividade”, afirma Maria Inês.
“É possível investir em diversas formas de amarrar no pescoço, para mais ou menos volume. Mas também podem ser usados em volta da cintura, dando toque oriental ao look. Nos passantes da calça,criam visual gypsy, e a com amarração certa, é possível criar blusas que combinam com diversas produções. Para complementar looks bohemian chic, podem ser usados na cabeça como turbante”, completa.
A artista ainda ressalta que os lenços podem ser muito explorados pelos homens, como foi recentemente apresentado nas passarelas do São Paulo Fashion Week. “Os lenços longos foram destaque nas produções masculinas, podendo substituir gravatas”, complementa.

Em cartaz na Casa da Cultura
Quem quiser conhecer o trabalho inédito realizado por Maria Inês Machado deve ir à Casa da Cultura, em Uberlândia, de segunda a sexta, das 12h às 18h. A entrada para a exposição ARTE FOTOMICROGRAFIA é franca e as peças estão à venda.
A exclusividade das peças produzidas por Maria Inês Machado reside no fato de conterem imagens invisíveis a olho nu, registradas com ajuda do microscópio ótico, que a acompanha em seus 40 anos de vivência na Ciência. 

Mais sobre Maria Inês Machado
Após quatro décadas de docência e pesquisa científica nas instituições USP, UFU e UNIMINAS, Maria Inês Machado ingressa em 2011 no curso de Graduação em Artes Visuais da UFU, e mesmo impossibilitada hoje de frequentá-lo devido a um Câncer de Mandíbula pelo qual já passou por seis cirurgias, decide dedicar-se à prática da Fotomicrografia Experimental e atuar nas interfaces da Arte-Ciências. 
Em 2012, cria o seu ateliê laboratório, ALEF - Ateliê Laboratório de Experimentação em Fotomicroscopia, instalado em Uberlândia onde realiza estudos experimentais em fotomicroscopia ótica. A produção intensa da cientista visual inclui desenhos e intervenções em imagens de nanotecnologia demonstrando a transversalidade de diálogos da Fotomicrografia com diferentes práticas das Artes Visuais. 
O processo criativo e a concepção não cientificista desta prática em Fotografia estão divulgados juntamente com os conteúdos teóricos práticos, os fundamentos operacionais e as tecnologias disponíveis no site www.mimartefotomicrografia.com.br. 

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